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Itens filtrados por data: Junho 2013

OMS COBRA REGRAS MAIS RÍGIDAS PARA COMBATER OBESIDADE INFANTIL

Dados epidemiológicos da entidade mostram que, em média, um terço das crianças de 6 a 9 anos está obesa ou acima do peso.

A propaganda de alimentos nocivos a crianças se mostrou "desastrosamente eficaz" em estimular a obesidade, em especial com o uso das redes sociais para promover alimentos ricos em gorduras, sal e açúcar, disse a sede regional europeia da Organização Mundial da Saúde (OMS), nesta terça-feira (18).

A OMS, um órgão da ONU, defendeu controles mais rígidos contra esse tipo de publicidade.

"As crianças estão cercadas de anúncios estimulando-as a consumirem alimentos ricos em gordura, ricos em açúcar e ricos em sal, mesmo quando estão em locais onde deveriam ser protegidas, como escolas e instalações esportivas", disse Zsuzsanna Jakab, diretora regional da OMS na Europa.

Há anos a promoção desse tipo de alimento é apontada como um fator de risco significativo para a obesidade infantil e, numa idade mais avançada, para doenças crônicas associadas à alimentação, como doença cardíaca e alguns tipos de câncer.

Em um relatório sobre a publicidade alimentícia, a OMS-Europa disse que o setor usa cada vez mais ferramentas baratas, como as redes sociais e aplicativos de celulares, para atingir as crianças.

"A televisão continua sendo a forma dominante de publicidade, e uma ampla maioria de crianças e adolescentes passa em média mais de duas horas diárias na frente do aparelho", diz o relatório.

"O sobrepeso é um dos maiores desafios de saúde pública do século 21: todos os países são afetados em graus variados, particularmente nos grupos socioeconômicos mais baixos", disse Jakab na introdução do relatório. "E a situação não está melhorando", acrescentou.

Dados da Iniciativa de Vigilância da Obesidade Infantil, da OMS, mostram que em média um terço das crianças de 6 a 9 anos está obeso ou acima do peso.

* Por Kate Kelland

Fonte: IG Saúde

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MAIS DE 6 MILHÕES DE CRIANÇAS FORAM VACINADAS CONTRA PARALISIA INFANTIL

Balanço parcial divulgado pelo Ministério da Saúde na tarde de hoje (10) informa que mais de 6 milhões de crianças entre 6 meses e 5 anos incompletos foram vacinadas contra a poliomielite, ou paralisia infantil, em todo o Brasil até as 17 horas. São 47% dos 12,2 milhões que o governo pretende imunizar até o dia 21 de junho.

Os estados com as maiores coberturas vacinais, até o momento foram São Paulo (62,29%), Rio Grande do Sul (62,20%), Paraná (57,78%), Rondônia (53,10%) e Goiás (52,60%). Já o melhor desempenho por idade, até o momento, foi entre as crianças de 6 meses a menores de 1 ano, atingindo 51,40% do público-alvo, o que representa 749.528 de doses aplicadas.

Em 2012 todas as crianças até 5 anos incompletos participavam da campanha. Neste ano, o público-alvo são as crianças a partir dos 6 meses, que tomam a vacina oral (VOP), as chamadas gotinhas, porque as menores de 6 meses já estão sendo imunizados com a vacina injetável (VIP) em postos de saúde. O Ministério da Saúde destinou R$ 13,7 milhões para a aquisição das vacinas. Em todo o país, foram distribuídas 19,4 milhões de doses da vacina oral.

O último caso de poliomielite registrado no Brasil foi em 1989, na Paraíba. As ações do Programa Nacional de Imunizações (PNI) estão voltadas à manutenção do país livre do poliovírus selvagem. Desde 1994, o país mantém o certificado emitido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) de erradicação da poliomielite.

O Ministério da Saúde ressalta que é muio importante os pais levarem o cartão de vacinação na hora de vacinar seus filhos para que os profissionais de saúde possam avaliar a situação vacinal da criança.

Aline Leal
Repórter da Agência Brasil

Edição: Fábio Massalli

Fonte: Agência Brasil

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