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Itens filtrados por data: Setembro 2012

Brasília - No Dia Mundial do Coração, comemorado neste sábado (29), várias ações estão programadas em todo o país para chamar a atenção quanto às doenças cardiovasculares e orientar a população sobre a importância de adquirir hábitos mais saudáveis. Em Brasília, Campo Grande e Natal, por exemplo, estão sendo realizados exames gratuitos para verificação da pressão arterial e da glicemia, além do cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC), palestras, caminhadas, corridas, concertos e eventos desportivos.

Segundo a Federação Mundial do Coração, as doenças cardiovasculares são responsáveis por 17,3 milhões de mortes anualmente, das quais 8,6 milhões são de mulheres. Os números continuam a subir e a estimativa é que, até 2030, as mortes cheguem a 23 milhões.

No Brasil, cerca de 320 mil brasileiros morrem anualmente devido às doenças cardiovasculares. O cardiologista Fausto Stauffer, da Associação Médica Brasileira (AMB), explica que a prevenção é o melhor tratamento para as doenças do coração. Manter uma alimentação saudável, praticar exercícios físicos e parar de fumar são pequenas mudanças nos hábitos de vida que podem reduzir o risco de doenças cardíacas e de acidentes vasculares cerebrais.

"Estes hábitos devem ser adquiridos desde a infância, porque as crianças também são vulneráveis a estas enfermidades", disse Stauffer. Dieta balanceada e exercícios físicos são capazes de prevenir quatro dos dez principais fatores de risco: a hipertensão, o diabetes, a dislipidemia (colesterol alto) e a obesidade. No Brasil, as doenças cardíacas que mais levam à morte são o infarto e a insuficiência cardíaca.

Edição: Andréa Quintiere

Fonte: Agência Brasil

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Brasília – O número de transplantes realizados no Brasil no primeiro semestre deste ano cresceu 12,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Entre janeiro e junho de 2012, foram realizados 12.287 transplantes contra 10.905 nos primeiros seis meses de 2011.

Entre os estados, o Acre contabilizou a maior alta (1.033%), seguido pelo Amazonas (217%), pelo Pará (104%), pelo Distrito Federal (76%) e por Pernambuco (74%). Em números absolutos, São Paulo realizou 4.754 transplantes, seguido por Minas Gerais, com 1.097, pelo Paraná, com 937, pelo Rio Grande do Sul, com 777, e por Pernambuco, com 767.

Número de transplantes no Brasil

Primeiro semestre /2011

Primeiro semestre / 2012

10.905 12.342
Crescimento de 12,7%

 

O transplante de pulmão registrou o maior aumento (100%), seguido pelo de coração (29%), de medula óssea (17%), de rim (14%), de córnea (13%) e de fígado (13%). No caso específico do transplante de córnea, seis estados conseguiram zerar a fila de espera: Acre, Paraná, Espírito Santo, Rio Grande do Norte, Distrito Federal e São Paulo.

Dados do Ministério da Saúde indicam que o número de doadores de órgãos também aumentou, passando de 997 em 2011 para 1.217 em 2012 (22%).

 

UF

Maiores altas

Acre 1.033%
Amazonas 217%
Pará 104%
Distrito Federal 76%
Pernambuco 74%

 

Atualmente, a maior fila de espera no país é para transplantes de rim – ao todo, 19 mil pessoas aguardam um órgão compatível. Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o aumento de pacientes que necessitam de um novo rim tem relação direta com a prevalência de doenças como hipertensão e diabetes, que podem levar o órgão à falência.

Para o coordenador do Sistema Nacional de Transplantes, Heder Murari, o crescimento sustentado dos índices de transplantes realizados no país representa uma vitória do sistema público de saúde. "Esse é um dos programas do Sistema Único de Saúde (SUS) que realiza a equidade e a integralidade previstas na assistência", disse.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, ressaltou que o crescimento no número de doadores está diretamente ligado ao sentimento de confiança em um sistema público de transplantes. "A combinação desses dois passos é fundamental para que a gente mantenha esse crescimento sustentado e é o que pode garantir a ampliação dos transplantes e a redução da fila de espera no país", destacou.

Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: Agência Brasil

Número de transplantes no Brasil

Primeiro semestre /2011

Primeiro semestre / 2012

10.905 12.342
Crescimento de 12,7%
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Houve progressos tanto em países pobres como de renda média e ricos.
África Subsaariana e sul da Ásia detêm mais de 80% de todos os óbitos.

Em seu mais recente relatório sobre mortalidade de crianças no mundo, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) aponta uma queda de mais de 40% no número de óbitos entre menores de 5 anos. De 1990 para 2011, o número global caiu de quase 12 milhões para 6,9 milhões.

Países de várias partes do globo estão fazendo um rápido progresso nas taxas de sobrevivência infantil, mostrando, segundo a entidade, que é possível baixar a mortalidade significativamente em duas décadas.

Houve progresso em diversas nações, o que mostra que o status econômico não é necessariamente uma barreira para reduzir essas taxas.

Nações pobres como Bangladesh, Libéria e Ruanda; de renda média como Brasil, Mongólia e Turquia; e ricos a como Omã e Portugal fizeram o que o Unicef descreveu como "ganhos dramáticos", baixando suas taxas de mortalidade entre as crianças menores de 5 anos em mais de dois terços entre 1990 e 2011.

O diretor-executivo do Unicef, Anthony Lake, disse que a queda foi um "sucesso significativo" e indica o trabalho de governos, doadores, agências e famílias.

"Mas também há negócios inacabados", acrescentou ele. "Milhões de crianças menores de 5 anos ainda morrem a cada ano de causas evitáveis, para as quais existem intervenções comprovadas a preços acessíveis", destacou.

O relatório concluiu que as mortes de crianças estão cada vez mais concentradas na África Subsaariana e no sul da Ásia, que juntos representaram mais de 80% de todas as mortes de menores de 5 anos em 2011. Em média, uma em cada nove crianças na África Subsaariana morre antes de atingir essa idade.

"Essas vidas poderiam ser salvas com vacinas, nutrição adequada, e cuidados médicos e maternos básicos", disse Lake. "O mundo tem a tecnologia e o conhecimento para isso. O desafio é torná-los disponíveis para cada criança", completou.

Fonte: G1

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Resultados de testes são os melhores já obtidos por vacina contra o vírus.
Fórmula funcionou contra os vírus tipo 1, 3 e 4, mas falhou com o tipo 2.

Uma pesquisa publicada nesta segunda-feira (10) mostra, pela primeira vez, que é possível desenvolver uma vacina segura e eficaz contra a dengue.

Hoje, não existe nenhuma vacina ou remédio contra o vírus da dengue. A prevenção é feita sobre o mosquito transmissor – Aedes aegypti – e o tratamento da doença é apenas sobre os sintomas, com medicamentos para aliviar a febre e as dores no corpo.

A conclusão de que uma vacina está mais perto de ser lançada veio depois de testes feitos com mais de 4 mil crianças na Tailândia. Foi a terceira fase de testes de uma vacina candidata desenvolvida por pesquisadores do laboratório Sanofi Pasteur, e os resultados foram publicados pela revista médica "Lancet".

Essa é última etapa de exames pela qual um medicamento precisa passar antes de entrar no mercado. Antes disso, ele deve ter bons resultados em animais e em etapas menores com humanos. A Tailândia foi escolhida porque é uma região onde a doença é endêmica – a mesma vacina também está sendo testada no Brasil.

Embora os pesquisadores estejam animados, a vacina ainda não é capaz de prevenir a dengue de uma forma geral. Um dos grandes desafios do combate ao vírus da dengue são suas variações. Existem quatro subtipos do vírus, e para cada um deles é preciso fazer uma vacina específica. Os quatro têm o mesmo potencial de provocar a doença e o mesmo perigo.

A vacina candidata testada na Tailândia contém em uma única dose a mistura das quatro vacinas contra cada subtipo do vírus. Contra os vírus tipo 1, 3 e 4, a taxa de imunização ficou entre 60% e 90% – o que os médicos consideram uma vacina eficaz. Além disso, não foram registrados efeitos colaterais significativos.

No entanto, foi registrado um número relativamente alto de casos de dengue provocados pelo vírus tipo 2, um sinal de que a vacina não funcionou contra esse alvo específico.

Os produtores da vacina ainda esperam pelos resultados da pesquisa na América Latina, com mais de 30 mil voluntários, para saber se a vacina poderá ser aprovada. Esses estudos devem ser concluídos em 2014.

Dengue - G1

Fonte: G1/Bem Estar

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Rio de Janeiro - Uma campanha para alertar sobre o avanço do mal de Alzheimer e esclarecer famílias sobre como apoiar o tratamento dos pacientes foi lançada hoje (4) pela Associação de Parentes e Amigos de Pessoas com Alzheimer (Apaz - Rio). A estimativa da entidade é que 6% dos 15 milhões de idosos no país sofram com a doença.

Para mostrar como a doença impacta no cotidiano do paciente e de seus familiares, foi feita uma performance pelo Grupo de Teatro Velhinhas de Santa Teresa. A ideia era esclarecer, de forma descontraída, os sintomas que começam com a perda de memória. A ação é parte de uma campanha mundial, promovida em setembro, quando é comemorado o Dia do Alzheimer (21).

O mal de Alzheimer é uma doença degenerativa, sem cura, que provoca perda da capacidade de orientação, aprendizado e de linguagem. O paciente fica "totalmente dependente" de ajuda para tarefas cotidianas como se alimentar e fazer a própria higiene, relata a presidente da associação, Maria Aparecida Guimarães - que por 14 anos conviveu com a doença da mãe.

Para ela, com o aumento da expectativa de vida da população mundial e do número de idosos - faixa em que a doença é mais frequente – novas campanhas de conscientização sobre os sinais e capacitação de profissionais para o diagnósticos precoce são necessárias. A doença não tem cura, reforça Aparecida, mas o tratamento torna mais lento o avanço do mal.

"O paciente, então, sofrerá menos com os efeitos colaterais, terá uma vida mais estável, sem muitas variações de humor, de depressão, de agressividade e isso também é importante para a família, para quem convive com o doente", destacou a presidente da associação. Ela cobra a regulamentação, pelo Congresso Nacional, da profissão de cuidador de idoso.

O tratamento com medicamentos é oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e conta com unidades de referência no Rio de Janeiro como o Hospital dos Servidores. Como as causas também não são conhecidas, o Ministério da Saúde recomenda manter a mente ativa por meio da leitura, jogos de memória, exercícios de lógica e atividades sociais em grupo.

Isabela Vieira
Repórter da Agência Brasil

Edição: Beto Coura

Fonte: Agência Brasil

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